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Blog Sedes » UM AVISO AOS JOVENS DE 30 ANOS!

Jul 05 2009

UM AVISO AOS JOVENS DE 30 ANOS!

Publicado por VB a 18:05 em Artigos Gerais

Muita gente tem desvalorizado a importância das contas externas, sobretudo após a entrada no euro. Erro grave, pelo qual vamos pagar uma pesada factura e as futuras pensões de reforma serão uma das vítimas.

Embora se tenha discutido muito sobre a preferência por sistemas de capitalização ou por sistemas distributivos, essa discussão é basicamente irrelevante. Se ao nível de planos particulares de reforma (e enquanto minoritários no total), o sistema de capitalização é preferível, ao nível macroeconómico – que é o que verdadeiramente interessa para o conjunto da sociedade – o resultado é idêntico. É que, ao passar do plano micro ao macroeconómico, o problema muda de natureza, pois – o que é frequentemente esquecido – a acumulação de quantidades de uma coisa altera a sua qualidade. Ao nível macroeconómico, o problema do pensionamento das reformas deixa de ser um problema financeiro – como é ao nível microeconómico de cada plano de pensões – para ser exclusivamente um problema demográfico e, quando muito, de eficiência económica ou de produtividade.

Os sistemas de capitalização não acumulam produção actual, posta de parte para distribuir no futuro. Acumulam apenas direitos de saque sobre a produção futura. Direitos esses que irão concorrer com os direitos primários de distribuição que a produção futura há-de conferir aos respectivos produtores.

Com a população a envelhecer, o rácio entre o número de prospectivos reformados e prospectivos produtores (rácio de dependência) vai crescendo, tornando necessário que cada produtor produza cada vez mais para manter constante o total de rendimento a distribuir. Se isso não acontecer – i.e. se a produtividade não compensar o aumento do rácio – o total a distribuir diminui e, a menos que os produtores aceitem reduzir também o seu rendimento, o ajustamento  cairá apenas sobre as pensões, reduzindo o seu valor. Mas mesmo que a produtividade compense o crescimento do rácio de dependência, haverá sempre um problema distributivo, pois que, para manter o valor das pensões, os produtores terão que abdicar de uma quota cada vez maior do que produzem.

Segundo as projecções da UE, o rácio entre a população com mais de 64 anos e a população entre os 15 e 64, deverá evoluir do seguinte modo:

2000 2010 2020 2030 2040 2050

24% 27% 31% 37% 45% 53%

O problema distributivo vai acentuar-se e vai afectar sobretudo a população que hoje já está na casa dos 30/40 anos. A única forma de o conjunto de prospectivos reformados “pôr de lado” parte da sua produção actual para consumir no futuro, compensando as prospectivas insuficiências distributivas e dando substância real aos seus direitos de saque sobre o futuro, seria acumular reservas externas líquidas no presente (constituindo excedentes nas contas externas). Dessa forma, poderia no futuro consumir essas reservas, pagando as importações necessárias para aumentar a produção total a distribuir.

Ora, nós temos estado a fazer precisamente o contrário, constituindo uma sucessão de défices externos, que já fizeram acumular uma dívida externa líquida equivalente a 1 ano de produção e criando um novo concorrente à distribuição do rendimento que conseguirmos gerar: os credores externos.

A recente reforma da Segurança Social acautelou em grande parte o equilíbrio financeiro do sistema de pensões, permitindo que as pensões se desvalorizem automaticamente para acomodar a evolução económica desfavorável. Financeiramente, foi uma boa reforma. Mas o problema de fundo – económico e social – mantém-se: a produção futura vai ser insuficiente e isso levará ao empobrecimento da população reformada. E com a acumulação de dívida externa, uma parte da (insuficiente) produção futura vai ter que ser desviada para pagar as dívidas em que hoje estamos a incorrer, diminuindo o bolo a distribuir internamente.

Por isso, quando disse que o futuro de Portugal é tornar-se uma espécie do Alentejo ou Trás-os-Montes da Europa, estive errado. Vai ser muito pior. É que, apesar do empobrecimento relativo do Alentejo ou de Trás-os-Montes, a existência de um sistema de Segurança Social a nível nacional permitiu tratar a população dessas regiões – nomeadamente os seus pensionistas – em igualdade de circunstâncias com o todo nacional. I.e., a solidariedade nacional funcionou para atenuar parte dos efeitos do empobrecimento relativo.

A nível da Europa, tais mecanismos de solidariedade não existem e é muito pouco provável que venham a existir. Nem é expectável que toda a população portuguesa emigre. Pelo que as consequências sociais do empobrecimento relativo de Portugal vão ser muito piores do que têm sido as do empobrecimento relativo das suas regiões do interior.

Solução? Mudar rapidamente de politica económica. Mas, para isso, é necessário um consenso social alargado que, no actual contexto de crescente ódio que caracteriza a disputa política, é altamente improvável. Consequência? Os jovens com capacidades de funcionar no mundo global (uma minoria, em qualquer caso), se agirem racionalmente, vão-se embora enquanto é tempo. Os outros – os que chamo de “massas localizadas” – vão ficar e suportar o peso da factura.

7 comentários até agora


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7 Comentários para “UM AVISO AOS JOVENS DE 30 ANOS!”

  1. ricardo saramagoa 06 Jul 2009 as 13:01

    Esta responsabilidade que pesa sobre as próximas gerações não está contabilizada nem é normalmente tida em conta no montante actual da dívida pública.
    Se fizermos um exercício e tentarmos inclui-la numa estimativa de serviço de dívida futura, devemos chegar a uma conclusão assustadora.
    Como todas as dívidas públicas incobráveis, esta só tem duas soluções:
    A sua desvalorização através de longos anos de inflação, ficando os reformados do futuro com valores reais de pensões reduzidos ou incumprimento dos compromissos do Estado para com os reformados atravès de sucessivos estratagemas legais.(Como está já a acontecer com aumentos de idade de reforma e coeficientes de sustentabilidade e alteração de formas de cálculo)
    Em qualquer dos casos o custo futuro desta dívida será distribuido pela economia, através de impostos mais altos, diminuição da poupança e do consumo.
    Mais uma vez e irónicamente, serão as categorias sociais mais fracas e com menos poder revindicativo que suportarão o grosso do fardo.
    Consta que no recente processo contra B.Madoff, o juiz lhe perguntoude de onde tinha tirado a ideia para a fraude que levou a cabo arruinando milhares de pessoas.
    R: É fácil! Fiz como a Segurança Social!
    O malfadado sistema de distribuição, como todos os sistemas tipo D. Branca, só funciona temporáriamente e acaba inevitávelmente em desastre para quem
    lhe confiou as suas poupanças.

  2. ricardo saramagoa 06 Jul 2009 as 13:16

    Como diz e bem, a única forma de um “actual prospectivo reformado” se precaver individualmente, seria acumular poupança sob a forma de reservas externas líquidas, que lhe garantam no futuro um poder de saque sobre a produção interna ou externa de froma a assegurar o seu nível de vida.
    Felizmente, para os que o possam fazer, a constituição de poupanças em euro e outros activos financeiros cobertos contra a inflação(De preferencia sediadas fora do país)permitirão em teoria assegurar esta situação.
    Resta saber se a liberdade de movimentação de capitais e o euro, vão resistir numa conjuntura extrema como a que se prevê.

  3. VBa 06 Jul 2009 as 14:50

    Caro Ricardo,

    A abordagem que procurei fazer foi estritamente macroeconómica. Vale, por isso, para o todo nacional, mas não necessariamente para partes deste, sejam indivíduos, grupos particulares ou, mesmo, o próprio Estado. No caso do Estado, este, se não resolveu, pelo menos atenuou muito significativamente o seu problema financeiro, com a recente reforma da Segurança Social. Uma vez que as pensões se reduzirão com a (má) performance económica, as responsabilidades do Estado com as pensões serão ajustadas no mesmo sentido.

    O problema macroeconómico – a distribuição por mais consumidores do produto gerado por menos produtores – mantém-se e levará inevitavelmente à perda de rendimento real por parte dos pensionistas e/ou ao aumento dos impostos (seja na forma habitual, seja na forma de descontos para a SS) sobre os produtores. E é a este nível que a acumulação de défices externos – quando deveríamos estar a acumular excedentes – é particularmente relevante como um factor de agravamento da restrição económica futura (enquanto que os excedentes aliviariam essa restrição).

    Ao nível individual, esta ameaça pode ser contrariada através de poupança própria (constituindo provisões para complementar as pensões futuras). Mas só uma minoria acabará por ter essa escapatória. Para que ela fosse generalizável, seria necessário que toda a gente (incluindo o Estado)poupasse, o que daria, como consequência macroeconómica, a constituição de excedentes externos…

  4. ricardo saramagoa 06 Jul 2009 as 22:07

    Caro VB

    Pegando no final do seu comentário, gostaria de levar um pouco mais adiante a sua análise.
    Toda essa poupança positiva de longo prazo dos particulares e do Estado com vista a assegurar os compromissos futuros com as pensões, numa economia saudável, poderia ser canalizada através dos mercados financeiros para financiar o tão necessário Investimento de que o país precisa para se desenvolver.
    Isso seria “ouro sobre azul”.
    No entanto a nossa realidade é totalmente oposta e não se vê no horizonte, como diz, forma de evitar o desastre.

  5. Adriano Volframistaa 09 Jul 2009 as 9:27

    Caro VB

    Ao seu comentário apenas falta enquadrar no plano mais amplo da nossa inserção política e económica. No quadro mais amplo o que cenariza é tão grave que devíamos, todos, começar a preocuparmo-nos.
    O seu raciocínio não é isolado e, outros, (belgas, alemães, britãnicos, françeses) já o fizeram ou vão concordar consigo, nos próximos meses.
    A nossa capacidade de endividamento se seguirmos o presente rumo, ficará fortemente limitada. Esta limitaçao não se projecta, isto é não se concretiza no médio prazo, (cinco/dez anos) mas nos proximos 15/20 meses.
    Num cenário de rarefacção de liquidez e com muitos concorrentes a licitar os mesmos activos líquidos, suponho que a taxa de juro não será a única forma de regular o acesso a esses activos. Calculo que a capacidade e credibilidade para implementar polítcas (associado a um histórico congruente com as polítcas propostas) assumirá uma importância na hora de conceder os fundos, ou o que é o mesmo, conseguir colocar as nossas emissões.
    De nada nos vale proclamar que estamos, em termos de taxa cobrada, uns pontos base abaixo da Irlanda, se, na hora de pedir emprestado, o empréstimo irlandês for todo colocado e o nosso não.
    Por este motivo é considero que uma das consequênicas do seu raciocínio (subjacente ao seu comentário) verdadeiramente preocupantes.
    Por outro lado, o seu comentário supõe que se mantenham intactos os mesmo valores de hoje: solidariedade geracional sucessiva: as gerações futuras aceitam o encargo das gerações anteriores, porque, por um lado aquelas são filhas destas e estas serão progenitoras das que se seguem.
    Este quadro supõe, pelo menos implicitamente, condições de crescimento constantes (com a maior ou menor variação). Ora este postulado não está demonstrado, como se pode constatar pela performance destes últimos dez anos. Numa situação onde não existe crescimento tenho dúvidas que esta solidariedade se mantenha ( aliás, alguns indicadores relativos ao modo como são tratados os idosos mais pobres indicia, pelo menos que o cenário de quebra desse elo não é de todo implausível). Assim o nosso futuro poderá ser uma espécie de Mississípi europeu, com todos os problemas, incluindo e sobretudo os de coesão social, que aquele estado norte americano tem. (Tente encontrar relatos sobre os acontecimentos pós Katrina para perceber a dimensão do que lhe pretendo transmitir. Se realizar uma comparação com outros estados devastados regularmente por fenómenos naturais -Florida- perceberá o que pode ser um cenário futuro para Portugal. O debate subterrâneo dos acontecimentos acima mencionados está em curso nos EUA e ninguêm está a gostar das conclusões.)
    Nesse sentido e para não me alongar mais, permita-me complemetar o título do seu comentário com ” UM AVISO AOS JOVENS DE 30 ANOS E QUE OS DE 50 QUE SE PRECAVEJAM”.
    Cumprimentos
    Adriano Volframista

  6. VBa 10 Jul 2009 as 12:29

    Caro Adriano,
    O que me comecou a preocupar com esta reflexao, e que nao tinha ainda ponderado devidamente, e que as zonas pobres de um Pais dispoem, apesar de tudo, de um mecanismo de solidariedade social muito importante, que e o sistema de Seguranca Social nacional e que assegura um minimo de equidade social dentro das fronteiras nacionais, mas que esse mecanismo nao existe ao nivel da UE. Pelo que, se isso nao for criado (e nao vejo disponibilidade para o criar, sobretudo depois dos mega-álargamentos), receio que fiquemos numa situacao socialmente mais vulneravel que o Mississippi, o Mezzogiorno ou o Alentejo

  7. Adriano Volframistaa 13 Jul 2009 as 9:06

    Caro VB

    Peço desculpa, mas não fique obnubilado (como sucede com o racicínio da grande maioria dos nossos compatriotas) com a imagem de país com fortes laços de solidariedade social: É verdade que eles existem e são, ainda, fortes, mas tendem a desaparecer, caso o cenário se altere.
    Note que começam a existir relatos de comportamentos que demonstram a perda do sentido de solidariedade: abandono de velhos em instituições hospitalares; ou “despejo” em instituições com menos qualidade; ou ainda fenómenos de violênica física sobre os velhos. Estes fenómenos são possíveis porque sucedem em ambientes urbanos e anónimos, sendo mais difícies em ambientes mais rurais.
    (Note que afirmo que os fenómenos são “possíveis”: o comportamento está fortemente ligado à sanção social que o mesmo pode provocar; nesse sentido, quando a sanção é menor, ou inexistente, os comportamentos surgem/verficam-se).
    Pode sempre argumentar que se tratam de fenómenos isolados e estatisticamente irrelvantes e não posso contrapor. Pelo que apenas argumento e não enuncio.
    Nos próximos dez anos a percentagem da população reformada passará dos actuais 20% para 27-28 %, alcançando 52% em quarenta anos. Pela primeira vez na nossa história, temos uma maioria de população urbana e onde existe mais anonimato e menos laços com uma ética/comprtamento rural. O emprobrecimento é real e, já começa a abalar as expectativas da população, demonstrado, entre outros, pelo aumento da abstenção.
    Um cenário de quebra de solidariedade nacional nos próximos dez anos, face à nova conjuntura, onde a incerteza será o elemento presente em qualquer cenário futuro, não será de excluir, antes pelo contrário. As gerações de 30 anos começam a chegar ao poder nos próximos cinco anos e nada impede de terem o mesmo comportamento egoísta da geração dos 65/70, a “conspiração dos cabelos brancos”. Neste quadro, a geração dos 50, pode ser a sacrificada em nome da geração que ainda nem sequer nasceu: os filhos dos de 30 anos.
    Isto porque considero que o comportamento irresponsabilizante que é típico dos portugueses, vai mudar nos próximos anos, por vários motivos entre os quais a crise e as suas consequências. Caso me engane, as condições para manter a probreza, o estatuto de Mississípi, perdurarão por mais um século.
    Nesse sentido e comentando directamente o seu comentário a quebra de solidariedade, pode originar-se internamente e não apenas por via da Europa. Neste cenário estarão reunidas as condições para perdurarem os factores do nosso atraso.
    Cumprimentos
    Adriano Volframista


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