Blog Sedes » E agora?

Set 29 2009

E agora?

Será que o resultado das eleições leva a alguma alteração do rumo económico do país?

De repente somos capazes de passar de fazer tudo e mais alguma coisa em termos de grandes investimentos, para nada fazer incluindo deixar de lado alguns que se justificassem…

Não deveríamos primeiro estabelecer as disponibilidades
para grandes investimentos, tendo em atenção uma perspectiva intertemporal que reflectisse o seu contributo para a produtividade geral no país, e depois seleccionar os que dessem maior retorno por € investido? pelo menos como exercício poderia ser interessante…

Um comentário até agora

Um comentário para “E agora?”

  1. Fracisco Velez Roxoa 30 Set 2009 as 0:00

    Um velho anuncio televisivo a uma empresa de tintas (nos 70/80) começava exactamente com a pergunta “E agora?” perante uma história que, em sintese, era a de um automóvel acidentado que terminava todo amassado.
    A resposta era, passe a publicidade: “Agora??!! bate chapas e tintas Robbialac põe o carro como novo”.
    Perante este resultado eleitoral e perante a ausencia de dinheiro ou de credito para novos “carros” temos de recorrer novamente à solução “bate chapas”.
    Mas com orçamento prévio para não haver surpresas na conta final.E problemas com o seguro.
    Acontece que para já ninguem se vai preocupar com seja o que for sobre o aspecto final do “veiculo acidentado”.
    Politica de “mobilidade/fuga para a frente que isto não pode parar” no seu melhor e pior.
    A Economia pode esperar.Desde que o Ceu não nos caia na cabeça.
    Talvez , como na solução que os Romanos experimentaram (sem êxito) para vencer os Gauleses na história “Astérix e Companhia”, a Europa em relançamento, nos envie um expert em “comercio em recurso a marketing da treta” e tente a pressão da ganancia do mercado interno para dominar os gauleses (portugas)…
    Mas tudo acabará com um grande festim, o bardo atado à árvore (presidnte da Républica (?), Primeiro-Ministro (?)…) e a expressão clássica. “estes gauleses/portugas são loucos”.
    As contas só se fazem no fim.
    O final feliz pode esperar pela vinda de Sua Santidade a Portugal.Como é Alemão pode ser que interceda junto de Deus para que haja um milagre bem organizado e tenha características germanicas na sua forma de se implementar: integra-se o “lindo torrão lusitano” com a parte a leste do País (mesmo sem ter necessidade de derrubar um muro) e, com trabalho, nascerá um novo espaço económico com boas vias de comunicação ferroviária e novo aeródromo para trazer gente a quem será explicado, geopoliticamente a importancia do cluster do mar.Particularmente enquanto praia.
    E uma Banda Larga tocará o hino da “produtividade e competitivada a oeste da ocidental praia lusitana”