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Blog Sedes » O nó cego da economia (2)

Jan 17 2011

O nó cego da economia (2)

Publicado por Pedro Pita Barros a 11:19 em Artigos Gerais

Continuando…

só as 5 páginas da introdução dedicadas ao problema económico português merecem bastante cuidado, desde logo porque é afirmado de entrada que “o problema económico com que se defronta a economia portuguesa resulta, mais directamente, da entrada no euro”.

Significa isto que se Portugal tivesse optado por não aderir ao euro não teria problemas económicos?

Creio que dificilmente se pode sustentar essa posição, pelo menos com o conhecimento actual, uma vez que é complicado saber o que teria sido a evolução da economia portuguesa caso tivesse permanecido fora da moeda única – com um pouco de demagogia, teríamos o mesmo destino da Islândia?

Por outro lado, devíamos, com o conhecimento existente à data da decisão, ter tomado outra opção face à zona euro. Do que me recordo apenas João Ferreira do Amaral era convictamente contra a entrada no euro.

Mas na medida em que essa adesão “consolidou uma aspiração de nível de vida não sustentada pela capacidade de gerar riqueza”, o ponto central foi a incapacidade de gerar crescimento da produtividade que desse corpo a essas expectativas; mas no final do jogo é fácil fazer prognósticos, e no início, havia a confiança de que se conseguiria (ou a ilusão).

Para saber se a decisão foi errada ou não é preciso conhecer se era possível cumprir as expectativas, e falhamos nesse objectivo, ou se as expectativas eram completamente irrealistas, e falhamos na “construção” dessas expectativas.

Na verdade, o problema depois apontado – Portugal ter que escolher entre concorrer pelos custos com a China ou “progredir” na escala tecnológica – é largamente independente do euro, excepto apenas no detalhe em que desvalorizações continuas manteriam a capacidade de concorrer pelos custos mas à custa de um empobrecimento constante da população, o que só adiaria o início de qualquer transformação. Não me julgo que exista outro caminho que o fazer essa transformação, e quanto mais depressa se começar melhor. Aliás, esse aspecto pareceu-me estar presente no espirito do famoso Plano Tecnológico (se o instrumento foi o melhor, podemos discutir noutro post, mas o objectivo era alinhado com esta necessidade de mudança).

7 comentários até agora


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7 Comentários para “O nó cego da economia (2)”

  1. PMPa 17 Jan 2011 as 12:46

    A entrada neste Euro foi um erro pois não previu o que poderia acontecer, apesar de ser um cenário bastante provável :

    - manutenção ou aumento do deficit externo por via da valorização real da moeda e da diminuição das taxas de juro.

    Continua a haver a esperança de que as PME’s exportadoras salvem o país, sem existir uma “Politica Industrial e Agrícola”, o que é muito improvável que aconteça.

    Com este vazio estratégico lá continuaremos a empobrecer alegremente e a emigrar em massa.

  2. Jose Lapalicea 17 Jan 2011 as 19:08

    Eu ouvi recentemente uma metáfora dita por um economista conhecido que comparou (grosso modo) a entrada de Portugal no Euro, a um indivíduo que vai a uma festa de bar aberto e não se conseguiu controlar e que acaba a noite abraçado a um qualquer sanitário.
    Eu não vejo como o nosso futuro poderia ter sido mais risonho se tivessemos dito na altura: “não, nós dispensamos de ter a mesma moeda que Alemanha, Espanha ou França”. Não era de todo uma opção, pois nós não eramos nem somos uma Suécia ou Dinamarca.
    Tal como aponta e bem, o problema foi que vimos na entrada no Euro a oportunidade para desbaratar dinheiro de uma forma absurda (como se tudo o português pudesse comprar uma montra do Preço Certo) ao invés de investir. Ora, qualquer agricultor analfabeto sabe que se não semear nada na terra, também não irá colher nada no futuro. Temos portanto de pagar o preço dos interesses económicos que nos comandam (e por inerência os agentes políticos) terem optado pelo caminho fácil do crescimento em 1999 ou 2000 por via do aumento do consumo.

  3. Anunesa 18 Jan 2011 as 9:43

    Caro Pedro

    Às vezes quando oiço as vozes que defendem (agora) que países como Portugal não deviam ter entrado no Euro, vem-me à cabeça as teorias do Smith e do Ricardo que nos “condenaram” a exportar vinho do Porto durante séculos e a importar produtos insdustriais de muito maior valor acrescentado.
    Não está provado, nem pelos numeros desta década (já os apresentei aqui num “post”) nem pelos estudos que existem sobre esta matéria, nenhum dos seguintes factos:
    1) Que a decisão de adesão foi errada;
    2) Que a decisão foi certa mas o valor de adesão foi errado.
    A partir daqui, julgo que falar sobre “se’s” é entrar no velho Sebastianismo Português que não leva a lado nenhum.
    O nosso quadro de funcionamento é o Euro. E é nele que devemos procurar as melhores soluções para sermos eficazes e eficientes.
    E sem dúvida que os livros do VB têm sido um excelente contributo para ajudar a percorrer esse caminho, e esta tua análise critica também.
    Abraço

  4. Pedro Pita Barrosa 18 Jan 2011 as 10:22

    Caro Armando,

    gosto dessa analogia de termos sido “condenados” a exportar vinho do porto e importar produtos de maior valor acrescentado :)

    Caro Lapalice

    tendo a pensar que a atitude foi mais: “estamos dentro, vamos lá a estender a mão e descansar um pouco”. Infelizmente o crescimento económico não resolve por si e sem esforço.

    Caro PMP

    não creio que tenha sido falta de previsão, e sim confiar-se num outro cenário, também ele provável, de crescimento potenciado pela entrada no euro; houve depois o esquecimento que a probabilidade de cada cenário depende de quanto “pedalamos” para que ele aconteça

    abraço
    Pedro

  5. PMPa 18 Jan 2011 as 11:47

    Sem perceber porque é muito dificil competir com países mais desenvolvidos e crescer económicamente com uma moeda forte (poucas vezes isso foi conseguido no mundo), não é fácil apontar soluções crediveis.

    Como é que se esperava/espera que a entrada no euro iria trazer crescimento económico ? Em que sectores poderiamos/podemos competir e crescer ?

    O interessante é que a esmagadora maioria dos economistas quer mais à esquerda quer mais á direta continua a acreditar que vão ser as PME’s exportadoras a salvar o país, quando se verifica uma destruição de emprego, apesar do bom comportamento dessas PME’s.

    Qual vai ser a taxa de desemprego e emigração necessária para que os “mitos” do laissez-faire sejam abandonados em Portugal ?

  6. PMPa 19 Jan 2011 as 18:57

    Vídeo: Vítor Bento defende que produtos portugueses devem substituir importações
    19 Janeiro 2011 | 17:58
    Lusa
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    O economista Vítor Bento defendeu hoje que a competitividade das PME depende não só do esforço que têm que fazer para exportar os seus produtos, mas também da sua capacidade para concorrerem com os produtos estrangeiros no mercado interno. Veja aqui o vídeo.
    “[Face à atual conjuntura] as empresas terão que se virar para o mercado externo, mas a sua competitividade não depende só do aumento das exportações. Têm que ter capacidade de concorrer no mercado interno com os produtos estrangeiros”, considerou Vítor Bento, presidente da SIBS, que falava na qualidade de economista numa conferência hoje promovida em Lisboa pelo Barclays.
    O responsável sublinhou que Portugal tem que “corrigir o desequilíbrio comercial ou exportar capital humano”, frisando que “hoje, os emigrantes são a nata da economia, pelo que a sua saída do país implica um empobrecimento relativo”.
    Vítor Bento realçou que durante muitos anos as remessas dos emigrantes portugueses serviram de “almofada para o défice comercial” e que, depois, foram “as verbas provenientes da União Europeia (UE) que substituíram as remessas dos emigrantes”.
    Porém, nos anos mais recentes, desde a adesão à moeda única europeia, Portugal “deixou de ter almofadas para o défice” comercial, pelo que é necessário aumentar as exportações, além de substituir ao máximo os produtos importados.

    http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463961

  7. ricardo saramagoa 22 Jan 2011 as 17:29

    O euro, e os baixos custos do capital que propiciaram, não foram um mal, nem um bem, por si sós.
    Se tivessem sido aproveitadas as vantagens, acompanhadas de reformas profundas na sociedade portuguesa e no Estado, poderiam ter sido os instrumentos de um salto em frente histórico.
    Em vez disso, os benefícios potenciais foram desbaratados de forma irresponsável, e o preço dessa incompetência, vai-nos acompanhar durante muitos anos.
    Não procuremos no euro as causas da nossa situação.
    O euro é um mero instrumento, e os resultados do seu poder são apenas da responsabilidade e competência de quem os utiliza.
    Demos gasolina a um pirómano, e agora discutimos a culpa da gasolina.


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