Em 18 de julho de 2024, a Assembleia Geral da SEDES aprovou uma deliberação onde se diz «O sistema fiscal português é excessivamente complexo, não é
internacionalmente competitivo, impõe um esforço fiscal excessivo, incentiva a descapitalização e o endividamento das empresas, desincentiva a poupança,
assenta em bases de tributação reduzidas e estimula a economia informal, tudo resultando em claros défices de equidade, eficiência e racionalidade.»
Passado 18 meses, nada nem ninguém desmentiu este diagnóstico. Torna-se, por isso, como apelou a Assembleia Geral da SEDES «urgente e importante o estudo e a concretização de uma reforma fiscal completa e integrada, visando corrigir os desequilíbrios e as iniquidades que se têm acumulado, promover a
justiça social, a competitividade e o crescimento sustentado da economia portuguesa.»
Este podcast relembra alguns dos pecados mortais do sistema fiscal português.